Com nome irônico, o “Bitch” tem o objetivo de aumentar a autoestima feminina
O que você pensaria sobre um curso chamado “Bitch!”? O nome polêmico, cuja tradução literal é “cadela” ou “prostituta”, é acompanhado do subtítulo “O poder da mulher”. A ideia partiu da cabeça de seis mulheres, com os objetivos de aumentar a autoestima feminina através da aceitação do seu poder, debater o fator subversivo da beleza, quebrar o estigma de “mocinha” e dar dicas sobre sexo abertamente. Coordenado pela filósofa e escritora Carol Teixeira, o programa terá oito aulas temáticas, nas noites de sexta-feira de abril a junho, em Porto Alegre. Deve chegar a São Paulo e Rio no segundo semestre.
- “Bitch” é um nome irônico, surgiu para ser transgressor. Sugere algo que não é de fato. Quando veem uma mulher poderosa, a primeira ideia é chamá-la de piranha. O principal mote do curso é aceitação, pela mulher, do seu poder sexual. Para a mulher, é importante se sentir segura na cama, mas isso não quer dizer que ela seja piranha. As mulheres que já se inscreveram são jovens, pós-feministas e de cabeça aberta. Vai ser tipo uma festa, um encontrinho de amigas, como um banheiro feminino, um pré-night com cerveja liberada – explica Carol, que faz Mestrado em Filosofia na PUC-SP e é colunista da revista “VIP”.
Só mulheres com mais de 18 anos poderão participar. Carol dará a aula de abertura sobre “O poder da mulher” junto com Marcia Tiburi, professora doutora em filosofia pela UFRGS. Na sequência, virão as aulas temáticas “Anti-mocinha”, com a blogueira Clara Averbuck; “Quebrando os tabus do sexo”, com Carol e a apresentadora do programa “Papo Calcinha” Pietra Príncipe; e “Dinâmica da conquista”, com o Casal Sem Vergonha. O programa ainda inclui nomes como Vic Ceridono, editora de beleza Vogue, que falará sobre “A sedução através da estética”, e o jornalista Nelson Motta, que ensinará sobre o poder das mulheres na música, na aula “Deusas e sereias”.
- A ideia é chamar mulheres poderosas para que possam discutir de forma profunda. Quisemos trazer nomes de peso. A Vic é uma referência na maquiagem. O Nelson Motta se relacionou ao longo da vida com mulheres muito poderosas, com personalidades muito fortes, e tem uma visão masculina de quem esteve ao lado delas. Não precisamos de um igualdade ilusória em relação ao homem. Acho uma delícia ser diferente. Meu papo com a Pietra sobre os tabus sexuais vai ser superpolêmico – promete Carol.
O curso será promovido pela empresa gaúcha Perestroika.
- A ideia causou tanta polêmica que, em dois dias, já tivemos metade das vagas preenchidas. Mas levaremos o curso para São Paulo no segundo semestre e provavelmente para o Rio de Janeiro depois – diz Mari Achutti, diretora de whatever (multidisciplinar) da Perestroika.
Confira a matéria original em O Globo.
Mulheres depiladas têm melhor vida sexual
As adeptas da depilação total ou parcial dos pelos pubianos têm uma vida sexual mais satisfatória do que as que optam pelo visual natural na região íntima. Esse é o indicativo de uma pesquisa conjunta da Universidade de Indiana e do Instituto Kinsey com 2.451 americanas. Ainda de acordo com os dados, 60% das mulheres jovens – entre 18 e 24 anos – optam pela remoção total dos pelos com frequência.
No mês anterior ao levantamento, 58,7% das pesquisadas não depiladas relataram ter recebido sexo oral. Já entre as que fizeram a remoção parcial, o índice subiu para 70,8%. As adeptas da depilação total se deram melhor ainda: 81,6% ganharam carinho com a boca de seus parceiros durante o período. Outras evidências apontadas foram: as depiladas são mais confiantes na cama e reportam mais satisfação sexual.
Os pesquisadores apontam que esse novo padrão na aparência vaginal é influenciado por diversos fatores. A presença constante de atrizes depiladas nos filmes eróticos é um deles. Outro é a mudança na modelagem das lingeries, que ao longo das últimas décadas foram ficando mais cavadas e se tornando inadequadas para o look “floresta” – propagado fielmente pela a atriz Claudia Ohana na revista Playboy de 1985.
Aliás, as celebridades também têm seu papel na tendência “carequinha”. Um exemplo disso é a modelo Kim Kardashian, estrela de um reality show sobre a sua família na TV americana, que provocou burburinho ao declarar: “Mulheres não devem ter pelos em nenhum lugar além da cabeça”.
Mas a influência forte desta onda nos Estados Unidos é mesmo verde-amarela. Na década de 90, as depiladoras brasileiras começaram a fazer sucesso naquele país com o “brazilian wax”, técnica que remove completamente os pelos pubianos deixando apenas uma pequena faixa decorativa na região frontal. A moda até virou tema de um episódio da série “Sex and The City”, em 2000, quando a protagonista Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) se rende ao estilo, digamos, minimalista.
Proprietária do Reny’s Skin Care, na Califórnia, a depiladora brasileira Reny Ryan diz que o “brazilian wax” faz sucesso porque melhora a autoestima sexual e o prazer durante o sexo oral. “Antes do aparecimento da depilação brasileira nos Estados Unidos, as gringas só abriam as pernas para duas pessoas: o parceiro e o ginecologista”, conta. Por lá, a depilação íntima completa chega a custar mais de R$ 100. No Brasil o serviço sai bem mais em conta. Nos centros estéticos do Rio de Janeiro e São Paulo o custo fica numa média de R$30.
Mas nem todo mundo está disposto a pagar esse ou qualquer outro preço para aderir à moda, pelo contrário. Em dezembro do ano passado, um grupo de feministas em Londres liderou até um protesto, a “Muff March”, contra essa nova estética. Com pequenas perucas que simulavam pelos pubianos sobre as calças, as participantes da “Marcha das Peludinhas” pediam nos cartazes: “Deixem nossos pelos em paz”.
Confira a matéria original em IG: Amor e Sexo.
Participação excessiva da mulher na vida social do homem pode causar disfunção erétil
Homens cujas namoradas se dão muito bem com seus amigos sofrem na cama, afirmam cientistas. Um estudo realizado pela Cornell University descobriu que homens mais velhos que passam a maior parte de suas vidas sociais ao lado das parceiras são mais propensos a sofrer de disfunção erétil.
O fenômeno foi apelidado de “parceira de intermediação” – quando a parceira está sempre entre o homem e seus amigos. Cerca de 25% dos homens pesquisados passam pelo problema.
-Homens que convivem com uma ‘parceira de intermediação’ nas relações amorosas são mais propensos a ter problemas para obter ou manter uma ereção e também costumam ter mais dificuldades em atingir o orgasmo durante o sexo – comentou em entrevista ao “Daily Mail” Benjamin Cornwell, que realizou o estudo com Edward Laumann, da Universidade de Chicago.
Explica-se. Os cientistas dizem que esse tipo de relação míngua a sensação de autonomia e privacidade, que são centrais no conceito tradicional de masculinidade. Eles afirmaram que mulheres que tentam administrar a vida social do marido também podem vir a acumular problemas para si mesmas.
Os pesquisadores americanos também descobriram que homens que não têm muito tempo livre para passar com seus próprios amigos podem se sentir menos atraídos pelas parceiras. E disseram que não há nada de errado com a esposa fazer a maior parte da organização de suas atividades sociais conjuntas – já que as mulheres tendem a ser mais organizadas.
Mas eles afirmam que reduzir o contato com os amigos ao ponto de toda a socialização ser feita em conjunto pode ser perigoso. E sugerem que as mulheres devem encorajar seus maridos a passar mais tempo sozinhos com os amigos homens.
- A questão chave é se esse comportamento das mulheres reduz o contato dos homens com seus amigos enquanto aumenta o delas – por exemplo, se ela altera a programação dele ao ponto de seu contato com os amigos ocorrer cada vez mais no contexto de jantares com amigos – acrescentou o Professor Benjamin Cornwell, da Cornell University.
Os estudiosos analisaram dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, uma pesquisa de 2005 com três mil pessoas em Chicago, com idade entre 57 e 85 anos.
Edward Laumann, professor de sociologia da Universidade de Chicago, completou:
- O homem precisa ter alguém para conversar sobre as coisas que importam para ele – seja futebol, política, carro ou qualquer outro tema de seu interesse ou mesmo preocupação que ele queira dividir com os amigos.
Confira a matéria original em O Globo.
60% das mulheres sentem atração por outras mulheres
Pel
o menos é o que diz um estudo da Universidade de Boise, nos Estados Unidos. Das 484 moças heterossexuais entrevistadas, 60% admitiram que já se sentiram atraídas por outra mulher em algum momento da vida – 45% beijaram outra mulher e 50% têm fantasias sexuais constantes com outras garotas. Os autores da pesquisa disseram que o fato de as mulheres serem emocionalmente mais conectadas aumenta as chances de intimidade e romantismo umas pelas outras. Também disseram que as chances de nos sentirmos atraída pelo sexo feminino aumenta com a idade.
Confira a matéria original em Revista Nova.
Mulheres usam lingerie sexy para sair com amigas, diz pesquisa.
É comum ouvir a afirmação de que as mulheres se vestem para impressionar outras mulheres e não os homens. Mas uma pesquisa constatou que isso acontece até em camadas que ficam escondidas sob as roupas. As informações são do site Female First.
Um levantamento feito com mil mulheres casadas, pelo site de relacionamento inglês keepitsimplysexy.com, mostrou que as peças mais sensuais compõem os looks para sair com as amigas.
Os itens são vestidos para os parceiros apenas em ocasiões especiais, como aniversários de relacionamento ou Dia dos Namorados.
As pesquisadas disseram que em casa, na cama, preferem roupas íntimas mais confortáveis, mesmo que sejam menos atraentes visualmente.
Um porta-voz da empresa afirmou que os dados refletem um comportamento comum entre os casais, que é o de “relaxar” após entrar numa relação estável.
A pesquisa não identificou que o uso de lingerie sexy na balada com as amigas tenha segundas intenções, como a de pular a cerca, mas apenas significa que como as colegas as mulheres querem sentir-se sensuais.
Confira a matéria original em Terra Mulher.
Elas precisam de preliminares para se lubrificar
Uma boa preliminar é importantíssima para manter a qualidade da vida sexual do casal. Ao contrário dos homens que se estimulam visualmente, as mulheres precisam de um estímulo tátil, como beijos, carinhos ou toques para ficarem lubrificadas. E não é conversa mole não, pois a teoria tem base científica.
Segundo o modelo circular de Basson – método da ginecologista canadense Rosemary Basson, que é especialista em comportamento feminino –, a resposta sexual das mulheres, que já é mais lenta que a dos homens por natureza, tende a ficar ainda mais devagar após longos períodos de relacionamento. Isso não significa que elas não querem ter relações, apenas que precisam ser mais e melhor estimuladas pelos parceiros para que ocorra a lubrificação e, então, o sexo com penetração seja prazeroso para os dois.
Além disso, as mulheres são completamente sinestésicas. Isso significa que, ao contrário do que acontece com os homens, elas dificilmente ficam excitadas somente ao ver o parceiro nu. “Para instigar uma mulher, é preciso preliminares, não necessariamente carícias nos seios ou no clitóris, mas em várias zonas erógenas, como pescoço ou ouvido”, explica a ginecologista e sexóloga Dra. Sandra Scalco, da Clínica Viva.
Esquentando o clima
A verdade é que a preliminar é, para a maioria das mulheres, a melhor parte do sexo. Sem um bom começo, não há lubrificação, e consequentemente, a penetração se torna incômoda. No entanto, se engana quem acredita que somente as carícias são capazes de excitar uma mulher: criar um clima romântico também aumenta o clima de sedução.
Para esquentar o clima, o primeiro ponto é não ter vergonha e dar asas às fantasias pessoais. Usar brinquedos eróticos, jogos de sedução, criar um clima misterioso à meia luz são ideias que podem funcionar nas preliminares. “Vale tudo para não deixar o relacionamento cair na rotina, desde acessórios até a própria imaginação. Convidar o parceiro para uma fantasia compartilhada, aliás, faz bem para os dois”, afirma Dra. Sandra.
Outro conselho que a médica dá às pacientes é o de se imaginar situações inusitadas nas quais elas gostariam de estar e fazer alguma pergunta ao parceiro, que, ao responder, passa a fazer parte da brincadeira. “Se tudo isso for depender somente dos homens, será mais difícil. Por isso, é importante que parta partir da mulher ideias como usar uma lingerie diferente para aguçar o parceiro,”, complementa.
Marcha lenta
Outro ponto que deve ser levado em conta é a velocidade do sexo. Para Sandra, um ritmo mais lento é o ideal para que os dois curtam o momento. “Aquele sexo fugaz é coisa de novela. Para mim, as preliminares devem ser bem feitas para que a mulher realmente deseje a penetração”, diz Sandra.
Além de promover a excitação e consequente lubrificação, as preliminares e os jogos de sedução também fazem bem para a autoestima. “O cérebro é o órgão mais sexual da mulher e a sua arma mais poderosa. Ela tem que se sentir desejada para se entregar de verdade, e não há nada melhor do que uma preliminar bem feita, com tudo aquilo que ela gosta para lhe mostrar isso”, explica Dra. Elsa.
Confira a matéria original em Terra Saúde.
Gemidos femininos são para manipular os homens, aponta pesquisa.
Muitos são os homens que desconfiam que as mulheres que afirmam que fingir um orgasmo não é algo que exija muito esforço de uma mulher. Agora, um novo estudo mostrou que o barulho que a mulher faz na cama geralmente não corresponde a seu orgasmo. De acordo com uma pesquisa da University of Central Lancashire, no Reino Unido, o som emitido por elas geralmente é feito antes que ela atinja o orgasmo, ou durante o do seu parceiro.
As descobertas foram baseadas na análise do comportamento de 71 mulheres com idade média de 22 anos, mostra reportagem do “Daily Mail”. O estudo procurou identificar se as expressões vocais de uma mulher durante o sexo foram desencadeados pelo orgasmo ou ocorreram independentemente.
Cada participante preencheu um questionário sobre seu comportamento sexual, que incluiu detalhes sobre como elas alcançam o clímax e em qual ponto elas eram mais propensas a se expressar por meios sonoros.
A maioria das entrevistadas disse que atingiu o orgasmo durante as preliminares, mas eram mais propensas a emitir sons durante o orgasmo de seu parceiro. Os pesquisadores acreditam que a razão dessa discrepância é que as mulheres “manipulam o comportamento masculino em seu proveito”.
Eles escreveram: “Esses dados juntos demonstram claramente uma dissociação do tempo da experiência feminina com o orgasmo e os barulhos que elas emitem, e indicam que há ao menos um elemento dessas respostas que está sob controle consciente, dando às mulheres uma oportunidade de manipular o comportamento masculino em seu proveito”. Outra explicação seria que as mulheres estão em conformidade com ‘um script sexual idealizado’.
Confira a matéria original em O Globo.
Dois terços dos homens fantasiam com as amigas de suas parceiras
Os homens se preocupam mais com o tipo de corpo de sua parceira do que as mulheres com o corpo de seu parceiro, mas também parecem valorizar mais a vida familiar, revelou uma pesquisa realizada com 70 mil pessoas pela revista AskMen em parceria com Cosmopolitan.com. Quase metade dos entrevistados disseram que terminariam o relacionamento com uma parceira que ganhasse peso, contra apenas 20% das mulheres que fariam o mesmo. E dois terços dos homens confessaram ter tido fantasias com as amigas de suas parceiras. E apenas um terço das mulheres fez o mesmo. Ao mesmo tempo em que os homens ficam mais à vontade em encontrar suas namoradas online e menos ansiosos por saber com quem elas estão fazendo amizade online, para eles, o cavalheirismo não morreu, disse James Bassil, editor-chefe da AskMen. Outro dado da pequisa diz que apenas 18% das mulheres responderam que gostariam que seu parceiro fosse mais bem dotado, porém 51% dos homens gostariam de ser.
E homens e mulheres divergiram quanto a pagar a conta em seus encontros, pelo menos na fase inicial de um relacionamento. A pesquisa mostrou que 38% delas acham que devem pagar por suas próprias despesas, e 59% deles preferem pagar a conta, pelo menos enquanto o namoro não estiver consolidado. E 80% dos homens disseram sentir-se prejudicados nos processos de divórcio. Já as mulheres se mostram muito menos à vontade com a ideia de seus parceiros continuarem a manter contato com a ex.
Kama Sutra no celular
Seguramente o Kama Sutra é uma das primeiras referências quando o assunto é posição sexual. O milenar e famoso livro ganhou, além das prateleiras de todo o mundo, inúmeras versões e adaptações, visando não somente a instrução dos aprendizes, mas também, sua rápida consulta, a exemplo das versões de bolso, que prometiam salvar ou apimentar seus momentos aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo.
O universo dos aplicativos para produtos Apple acaba de nos brindar com uma versão bastante equivalente ao consagrado livro indiano: um app capaz de informar quais posições são preferidas por usuários, além de outras vantagens. Além do conteúdo sexual com mais de 300 sugestões de posições, o programinha conta também com acesso protegido por senha, o que traz certa tranquilidade ao usuário.
Batizado como 300+ Best Sex Positions HD, essa ferramenta foi desenvolvida para iPhone, iPod Touch e iPad por Feng Min e já foi baixado por mais de três milhões de usuários, recebendo inúmeras avaliações “cinco estrelas”. Além da proposta ser amplamente interessante à humanidade, a política de bons preços praticados rotineiramente em apps é mantida neste programa, o que ajudou bastante em sua bem sucedida vendagem, já que por US$ 0,99 pode-se ter a enciclopédia sexual em seu dispositivo iOS.
Versões e Updates
A versão paga – 1.3 – é posterior a uma gratuita, que possui a preferência dos usuários por ser mais estável e ter menos erros de língua inglesa. Acredito, entretanto, que essas falhas deverão ser consertadas rapidamente, já que o 300+ Best Sex Positions HD tornou-se um dos maiores projetos de Feng Min, se não o maior.
Para comprar seu Kama Sutra em forma de aplicativo, é preciso atestar ser maior de 17 anos, ter bom conhecimento em inglês e possuir um iPod Touch, iPhone ou iPad com iOS 3.0 ou superior. Clique aqui para baixar.
Se este tipo de solução era o que faltava para transformar sua vida sexual em uma aventura repleta de informações e praticidade, não deixe de testar a versão gratuita deste aplicativo e, se aprová-lo, deixar a versão paga sempre a mão em seu gadget.
Confira a matéria original de Alessandro Iglesias em TechTudo.
Mulheres enviam mais mensagens eróticas que os homens
De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, mulheres são mais propensas a enviar fotos nuas ou mensagens de texto sexualmente explícitas do que os homens.
A pesquisa, realizada por Diane Kholos Wysocki, professora de sociologia e estudos sobre as mulheres na Universidade de Nebraska em Kearney, e Cheryl D. Childers, professora de sociologia na Universidade Washburn, mostrou que cerca de dois terços das mulheres pesquisadas enviam mensagens sexuais (ou sexts, como é conhecido nos EUA) a mais que os homens.
“A traição está bem, obrigada, e a troca de mensagens sexuais está em ascensão”, disse a Dra. Wysocki, cujo primeiro estudo sobre sexo na Internet data de 1992. “Mas eu não acredito que a Internet está levando as pessoas a trair. Parece que alguma coisa está acontecendo com o casamento para ser mais um problema social. Antes, as pessoas simplesmente se divorciavam. Por alguma razão, em vez disso, as pessoas continuam casadas e traindo”.
O estudo usou um conjunto de dados bastante incomum: foi realizado online com mais de 5 mil adultos visitantes do site AshleyMadison.com, um serviço destinado a infidelidade de homens e mulheres casados. Realizado em 2009, a pesquisa fez 68 perguntas para os usuários sobre como usa a Internet, seus comportamentos sexuais e dados demográficos.
As mulheres também foram mais propensas a conhecer pessoas na vida real depois de encontrá-las online: 83% das mulheres em comparação a 67% dos homens. Mas elas têm menos medo de serem pegas olhando para material sexualmente explícito e são menos cautelosas do que os homens quanto a limpar os rastros virtuais. A Dra. Wysocki não ficou surpresa: “Conheço homens jovens que recebem fotos nuas pelo celular de mulheres que conhecem!”.
O estudo ainda revelou que os entrevistados estavam mais interessados em encontrar parceiros na vida real do que manter a infidelidade virtual.
Confira a matéria original em techtudo.